Aquelas coisas do momento

Aquelas coisas do momento que nos aparecem por razão nenhuma e que temos necessidade de partilhar. E porque as palavras merecem ser ditas, seja como fôr.

domingo, setembro 30, 2007

300-Nine Inch Nails 'Just Like You Imagined' Soundtrack

A cobardia faz de nós merecedores de mérito nenhum. Temos que ser grandes,ter a coragem, a sabedoria e a força para lutar contra as adversidades.
Teremos sempre que provar o nosso valor, quem somos de verdade, o que faz de nós seres pensantes.
Gosto de pensar no facto de não dever explicações de nada, a ninguém, e consturir tudo à minha maneira mas na verdade, um esforço reconhecido, um amor, dá-nos um prazer inexplicável.



(A "Daniela Video Productions" é pura coincidência.)

Dragon Ball Z - Linkin Park - Forgotten

Fechem os olhos, respirem, lembrem o nosso passado e respirem e sorriam. E respirem mais rápido e mais e mais. E agora calma, abram os olhos e aliviem a pressão.
Porque esta imagem do Drangon Ball não me vai sair da memória.
Porque o Trunks é um desenho animado fora de série.

Tendências e Mentiras

É de noite, ouço aquela música com um som típico de antigamente, com uma sonoridade perfeita de guitarra e violino, visto as calças de ganga, uma camisola quente e os botins para relembrar a época em que dei o primeiro sopro. Dou aquele passo que me separa da roupa e da futilidade das tendências e sigo o meu passo ao sabor do vento com cheiro de trovoada.
Tendo em ver o brilho da lua nas poças de água e vejo um reflexo branco, limpo, encostado a um poste. Olha-me com olhar aberto, sincero e cauteloso.
A minha tendência não trata de roupa ou coisas que tais. Tendo para as pessoas, para sentir o charme das pessoas diferentes.
O teu charme, a tua calma, encostados a esse poste fazem-me tender a avançar, a saber que no meio há sempre uma poça.
Não mentes, não precisas, mas tens cautela e desejo. Esse sorriso é sincero.
Esforço-me, apenas, por confiar naqueles que me olham e que se esforçam, realmente, por me ver. Palavras a mim não bastam, romantismo ou frases super adjectivadas. Não gosto de mentira.
Mentira só mesmo quando o meu coração me trama e não me faz compreender.
Existo, gosto de mim em toda a minha complexidade ou inconstância. Não preciso que mo digas ou que a tua sinceridade seja mentirosa.
Escrevo tanto, sobre tanto. Encontra o significado e deixa-me ser digna de te ouvir.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Pedidos a vários. Amostras. Vontades e quereres. Confusão e 'Anormalidade'.

Olho para o lado, para frente e para o outro lado.
Há sempre algo no nosso caminho.
Encontrei-vos a todos pelo caminho. De uns logo gostei, dos outros não posso viver com eles nem sem eles. Porque há sempre súbitas aparições no nosso caminho e porque subitamente tudo se transforma.
Alimentei-me de sentimentos sem sentir, cresci sem saber o que era um metro.
Dizes-me 'Normal'. Não o quero ser por mais obscura e fria me torne, mostrar-te-ei que 'Normal' não sou. E pode ser que um dia todos vejam, que não há padrões de normalidade porque não pode haver.
Não me faço entender e nem quero saber. Preciso só de deixar ir esta mágoa, esta voz que não me larga, esta vontade que não se gasta.
Não me deixes ser um deles. Tira-me desse caminho. Deixa-me ser grande para quem me consegue fazer sentir. Deixa-me alimentar do outro 'peixe' só porque esses não têm sentimentos que me façam sentir.
E tu, olha bem para mim, dá-me todo esse azul e o som da tua voz. Quero-te ver, intrigas-me!

domingo, setembro 23, 2007

Mr. Brooks Music Video - Vicious Tradition by The Veils

Quem és?

Sinto um arrepio com a sensação que a música me deixa na ideia.
E sei, e sinto que no fundo não nos conseguimos separar do que realmente somos.
Tentamos viver e seguimos um caminho tentando mascarar o que nos leva tanto a descobrir. Quem somos.
Procuramos e lutamos por um caminho diferente.

sábado, setembro 22, 2007

Vê.

Consegues ver o que há dentro de ti, perceber esse turbilhão de sensações, de "pensares" que te massacram a alma?

Eu olho, abro os olhos o mais que posso, numa tentativa de descodificar cada olhar, cada percepção. E fecho o olhos com tanta força para tentar esquecer a dor de todos estes códigos e sentir, e ver.

Abro os olhos, foco o olhar nas pequenas palavras escritas no papel ditadas por quem sabe, por quem sonha, por quem vê melhor que eu. Percebo que causei dor e percebo que só errei para me tentar descobrir. Quero saber muito mais, quero ir mais além, até onde possa. Eu, hoje, quero-te olhar.

É esta a minha entrega. Vês?

Origens

Não quero controlar esta vontade de mostrar, de tentar despoletar sentimentos e de criar ideias.
Volto sempre ao passado, busco no que passou o que é o agora para mim. Contudo, vivo o presente o mais intensamente que possa(hoje) e porque sei que o amanhã não é mais do que o hoje mais perto do fim, como o diz José Carlos Robalo.
E porque foi uma Zenit antiga em que peguei quando me refugiei no sudoeste alentejano que me fez ver o presente. Os tempos actuais em modelos ultrapassados que me encantam com o seu romance, a sua imagem. Uma imagem, por vezes, desfocada da realidade porque o ponteiro quebrou-se em tempos. É o passado que me faz querer viver agora, que me faz querer refugiar no meio de gente, de estradas de alcatrão que nao conheço.


80

Tanto tempo passado que devo dizer olá. Um olá cheio de memórias, de nostalgias, de novas palavras de alguém que não mudou mas que cresceu e experimentou.
Não sigo um pensamento ordenado, começo rapidamenete a tentar descodificar os acontecimentos que passaram por mim. Choro de tristeza nesta minha contínua solidão, que acredito que me tem feito um grande bem e que me ajuda a perceber este coração difícil.
Passei por surpreendimentos fantásticos e felizes, confusões que me levaram a afastar-me da minha casa, novos rostos que guardei comigo, desejos e vontades que controlo, perfeições que não encontro.
As palavras podem sugerir felicidade mas esta minha personalidade, sem um meio-termo que me traga paz, nao o permite, realmente. Mas infeliz não sou nem serei.
Julgo-me egoísta quando me olho com tristeza e depressão e esqueço o mundo. Esforço-me por mascarar este meu rosto de "80", que me rói a alma por dentro e me faz chorar e não me arranca da solidão.
Mas sei que não sou única, que há mais como eu e há aqueles que me dão uma palavra de conforto. Palavras que pareço ter esquecido.
Voltei. Cheia de novas vontades, de novos 'quereres' que não só a escrita. Vontade de 'Preto e Branco', de imagens, de memórias reais em papel.
Olá...